P.s.: eu não tô apaixonada e a maioria das coisas que eu escrevo não são verídicas. Além disso, tem o fato de que muitas vezes eu encontrei um texto meu na internet e resolvi trazer para cá. Ou seja: 90% dos textos não são atuais e nem são verídicos. Na hora de escrever eu sou invadida por algum sentimento que nunca tem relação com ninguém (já teve e pode ser que tenha novamente algum dia, mas por enquanto não). Então é isso. Agora tô mais ativa no blog, pra escrever todo o tipo de texto pra vocês.
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terça-feira, 21 de outubro de 2014
Só não me deixe sentado numa poltrona num dia de domingo
P.s.: eu não tô apaixonada e a maioria das coisas que eu escrevo não são verídicas. Além disso, tem o fato de que muitas vezes eu encontrei um texto meu na internet e resolvi trazer para cá. Ou seja: 90% dos textos não são atuais e nem são verídicos. Na hora de escrever eu sou invadida por algum sentimento que nunca tem relação com ninguém (já teve e pode ser que tenha novamente algum dia, mas por enquanto não). Então é isso. Agora tô mais ativa no blog, pra escrever todo o tipo de texto pra vocês.
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Sobre medos.
- Lucas, eu tô com tanto medo.
- Medo de quê, Cris?
- Medo de viver. De sair de casa e me arriscar. A vida é tão assustadora, sabe? Queria só me esconder em uma bolha onde eu pudesse ver o mundo, mas ficar trancada ali dentro.
- Medo de viver? Mas você vive. Você respira. Come, dorme, tem necessidades físicas.
- Não vivo. Eu sobrevivo. Eu tenho medo de ir em uma balada, conhecer um cara legal, dar meu número de telefone e ele me ligar. Aí a gente sai, fica, começa a namorar, ficamos anos juntos e poof: acaba. Tenho medo de sofrer novamente por amor. Não dá pra eu ficar sozinha?
- Claro que dá, boba. Mas é isso que você quer? O pensamento de sofrer por amor te assusta tanto assim?
- Não é só isso. Eu tenho tanto medo de mudar de emprego. O meu é uma merda, mas sabe, me mantém. Eu sei o que fazer lá. Tenho medo de ir pra outro e ficar perdida. Tenho medo de conhecer uma pessoa, me tornar amiga dela, e depois descobrir que ela não é tudo aquilo que eu pensava. Tenho medo de ficar velha e sozinha. Tenho medo toda vez que meu celular toca e pode ser alguém me ligando e falando que um amigo ou familiar morreu. Tenho medo de pegar chuva e ficar doente. Tenho medo de por injustiça do destino, ser presa. De ser a pior da turma. De me olhar no espelho e não gostar do que vejo. Enfim, tenho medo de viver.
- É... eu também.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
E era uma vez
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